Alô gente!
Hoje resolvi compartilhar com vocês uma parte da crônica de Arnaldo Jabor, muito interessante por sinal, onde ele escreve sobre sentimentos e atitudes. Em certa altura do texto ele questiona: “felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, mas e daí? (...) Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele? Dá para ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é para continuarmos achando que viver é “out” e que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo.”
Afinal tudo é relativo e depende da maneira como cada um de nós enxerga as diferentes situações. Acertar varia com a forma de errar. Tem gente que passa a vida tentando corrigir os erros que cometeu na ânsia de acertar.
E sabe o que eu descobri? Não adianta.
Estar de bem com a vida é relativo, tristeza também, o que muda é a forma de interpretar.
É sábio cativar uma grande amizade, é relativo encontrar.
Viver, envelhecer e transformar momentos inesquecíveis; tudo isso também é relativo e depende da sua maneira de querer viver.
Entre ter razão e se feliz, escolha a segunda opção, tenho certeza que não irá se decepcionar.
Não vejo alternativa, a não ser concordar com o restante da crônica: “você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo para ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais, aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.”
Concordo em gênero e grau!
Aventure-se, ame, compartilhe e se cuide!
Nesta edição já começamos esquentar os tamborins. E que venha o verão! Você vai encontrar matérias sobre a evolução do laser, mais uma transformação turbinada realizada pela FISIOFORMA em 30 dias, dica de remoção de tatuagem, alimentos probióticos e muito mais!
Boa leitura e seja feliz!
Luciana Sensini
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